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Litteraria Academiae Lima Barreto

Quem somos


A Litteraria Academiae Lima Barreto, fundada no final da década de 1940, na cidade do Rio de Janeiro, é uma instituição cultural sem vínculo político-partidário ou comercial de qualquer espécie, e que tem por missão definida em Estatuto a defesa incondicional da autêntca Cultura Brasileira nas suas diversas expressões e manifestações e a divulgação e promoção de autores contemporâneos afinados com nossos ideais

Nosso Corpo Acadêmico é composto por autores indicados e aprovados pelos membros da Mesa Diretora do 1º Colegiado de Escritores Brasileiros - Órgão Executivo da L.A.L.B.  Desta forma, são rejeitados pleitos de terceiros ou de primeiros interessados em ocupar uma cadeira simbólica no nosso Plenário. O rito de avaliação considera a atuação dos indicados no tempo presente e condiciona a permanência dos laureados à ação continuada da sua proposta literária. Todos os acadêmicos merecedores dessa distinção recebem nosso Diploma de Distinção Literária e podem fazer uso de tal titulação em seus currículos literários.

 

1º Colegiado de Escritores Brasileiros

O 1º Colegiado de Escritores Brasileiros foi fundado em 1959, na cidade do Rio de Janeiro, por escritores, também, comprometidos com os valores mais fundamentais da Nação Brasileira. A partir de 1977, dada a afinidade de ideais e propósitos entre as instituições, o Colegiado foi efetivado estatutariamente como "Orgão Executivo da L.A.L.B. ", tendo como tripla atribuição:
1 – Identificar, catalogar e promover literatos brasileiros – escritores, poetas, cronistas, romancistas, cordelistas etc. – profissionais ou não, cujas obras tenham relevante qualidade literária e que estejam verdadeiramente comprometidas com a nossa cultura e nossa nacionalidade, credenciando-os como Acadêmicos de fato e de direito;
2 – Garantir aos Acadêmicos nossos espaços midiáticos para divulgação da sua imagem como escritor, associando suas imagens às imagens de valor e qualidade indispensáveis à sua promoção profissional;
3 – Preservar, apoiar e incentivar – sem ufanismo – as expressões mais puras da autêntica cultura brasileira, reagindo com vigor contra qualquer insinuação que tenha por objetivo claro e declarado desvalorizar-nos enquanto nação.
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Uma grande nação se sustenta sobre valores intocáveis. Seus símbolos, mitos e tradições lhe conferem autonomia cultural e é a partir dessa autonomia que os cidadãos constroem sua identidade. 'Importar valores' por pura questão de modismo é como que algemar o cérebro, oferecendo-o gratuitamente ao tronco dos miseráveis. Nossa missão é fazer com que nosso o povo deixe de ser mero consumidor de excrescências e opte por um destino mais nobre.

Reconhecimento sustentável

Podemos até dizer que é instinto, já que todo indivíduo tem necessidade de ser reconhecido no seu grupo social, seja pelo talento, beleza, status etc., necessidade esta comum a todo ser humano, tanto que a própria Psicologia considera a falta deste reconhecimento como causa principal da baixa autoestima do indivíduo e a extensa gama de suas consequências. E os autores não são imunes disso.
O psicólogo Carl Rogers afirmava que “as pessoas possuem fundamentalmente uma orientação positiva”, daí procurarem meios para realizar seus anseios, como o de serem “reconhecidos”.
A questão, porém, é o como fazer para que esse reconhecimento aconteça de forma sustentável.
É bastante comum e até aceitável que autores, neófitos ou não, pleiteiem espaços em academias literárias ou associações, participem de bienais, feiras e eventos, enfim, que invistam na carreira. Isto, contudo, não quer dizer que o resultado dessas ações será positivo como esperam. A realidade é que o reconhecimento como literato se dá, sempre, a partir da sua vida e da sua obra, não dos festejos, das pompas.


Os nossos Acadêmicos são indicados para compor o nosso Plenário a partir da constatação de que estão em constante crescimento, que estão engajados na defesa da cultura brasileira e que seus textos – sejam poemas, contos, crônicas etc. – estão inseridos neste contexto.

E, como pós-escrito, cabe uma frase do psicólogo norte-americano Carl Rogers (1902-1987) aos autores literários:
“A apreciação dos outros não me serve de guia. Apenas uma pessoa pode saber que eu procedo com honestidade, com aplicação, com franqueza e com rigor, ou se o que faço é falso, defensivo e fútil. E essa pessoa sou eu mesmo.”