Elizabeth Bodanese

José Faria Nunes

Jorge Amado

Rosemary Gobbo

Alberto Montes

Raquel de Queiroz

Claudia Fontenele

Manoel
de Barros

Roberto Deitos

Lourdes de Oliveira

Abraão Sampaio

Mario
Quintana


Isabel Vargas

Jaídson Gonçalves

João Ubaldo

Iracema Alvarenga

Romilton Batista

Cora Coralina

Lucia Barbetta

Manoel
Bandeira

Lima Barreto

Teresa Cristina

Ismar Becker

Machado de Assis


Tire os seus escritos da gaveta e mande pra gente! A CBJE e a LALB podem abrir as portas do fantástico mundo da Literatura para você. Todos os meses, 2 ou 3 antologias com obras de Novos e Consagrados Autores da Literatura Brasileira.
As listas com os autores já selecionados são atualizadas diariamente, a partir do 6º dia do início das Seletivas. Mantenha-se informado consultando periodicamente essas listas, clicando sobre a capinha correspondente.
Participe!!!

 

Os autores selecionados para
publicação pela
CBJE recebem, juntamente
com seus livros, o Certificado e
a Medalha de Mérito Literário
da Litteraria Academiae
Lima Barreto / RJ

Leia os e participe!!!


Antologias da CBJE / Seletivas de Maio de 2019

<<< Clique nas capinhas ao lado para
ver quem já está selecionado!

- Antologia de Poetas Brasileiros - Vol. 174
- 5º Anuário da Nova Poesia Brasileira

Edição 2019
- Vox populi, vox Dei...
Contos - Edição 2019

Seletivas: de 11 a 31 de Maio de 2019

Seletivas de Abril Seletivas de Março
 

Para saber quem foi publicado nestas e nas edições anteriores da CBJE clique aqui >

As Antologias on line da CBJE tem sido uma das ferramentas mais eficazes na divulgação das obras dos novos autores brasileiros, com milhares de leituras/mês. Clique nos ícones "LER" para ver algumas das obras mais lidas nos últimos dias. Ou clique em qualquer capinha dos livros anunciados neste site para ler todas as obras publicadas. São milhares disponíveis on line.

São Paulo / SP
Marina Moreno Gentile
O amigo virtual

  São Carlos / SP
Fábio Ferraz
A cruz do monte
 

Nova Friburgo / RJ
Mirna Schuler
A visita


Belo Horizonte / MA
Albearto Montes
A língua de Dona ...

 

Araras / SP
Péricles Rogário Martins
Desarmamento

  Campinas / SP
Rosemary Gobbo
Inércia

Para ler as obras mais lidas nos últimos dias!


Cora Coralina
Uma vida passada a limpo

Nosso patrono

Afonso Henriques de Lima Barreto

Lima Barreto queria que a sua literatura fosse militante. Escrever tinha finalidade de criticar o mundo circundante para despertar alternativas renovadoras dos costumes e de práticas que, na sociedade, privilegiavam pessoas e grupos. Para ele, o escritor devia ter uma função social.

 


  A língua portuguesa sofreu diferentes influências culturais ao longo dos séculos em cada região, incorporando diferentes formas de expressão, dando origem a diferentes dialetos, diferentes modos de expressar ou representar uma mesma ideia ou um mesmo sentimento ou conceito. Isto é explicado já que nossas principais culturas, em termos de regionalismo refletem, ora as várias culturas europeias, ora a cultura africana ou a cultura indígena, ou até mesmo a mistura delas.

 

 

Maria Firmina dos Reis

"A primeira romancista brasileira. Negra e brilhante!"

Maria Firmina dos Reis participou intensamente da vida intelectual maranhense: colaborou na imprensa local, publicou livros, participou de antologias, e, além disso, também foi música e compositora. A autora era abolicionista: ao ser admitida no magistério, aos 22 anos de idade, sua mãe queria que fosse de palanquim receber a nomeação, mas a autora optou por ir a pé, dizendo a sua mãe: "Negro não é animal para se andar montado nele." Chegou também a escrever um "Hino da Abolição dos Escravos".


Plínio Marcos
"O bendito maldito"

Seus escritos se notabilizaram pela ousadia linguística. Ele conseguia combinar a gíria dos malandros com um texto rigorosamente literário.

De família modesta, Plínio Marcos não gostava de estudar e terminou apenas o curso primário. Foi funileiro, camelô, mas foram as incursões ao mundo do circo, desde os 17 anos, que definiram seus caminhos. Em 1958, por influência da escritora e jornalista Pagu, começou a se envolver com teatro amador em Santos. Nesse mesmo ano, impressionado pelo

caso verídico de um jovem currado na cadeia, escreveu sua primeira peça teatral, Barrela. Por sua linguagem crua, ela permaneceria proibida durante 21 anos após a primeira apresentação.

Plínio Marcos foi traduzido, publicado e encenado em francês, espanhol, inglês e alemão; estudado em teses de sociolinguística, semiologia, psicologia da religião, dramaturgia e filosofia, em universidades do Brasil e do exterior. Recebeu os principais prêmios nacionais em todas as atividades que abraçou em teatro, cinema, televisão e literatura, como ator, diretor, escritor e dramaturgo.


SECA, CORDEL E FOLCLORE

Manoel de Barros


Thelma
Linhares
Como influência nas produções literárias, a temática da seca é um dos fenômenos naturais que mais aparece nos textos de autores, de ontem e de hoje. Escritores brasileiros imortalizaram, em suas obras, a luta pela sobrevivência, as tristezas das retiradas, o drama humano, pessoal e social, advindo da seca. Raquel de Queiroz em O Quinze e Graciliano Ramos em Vidas Secas são exemplos da literatura erudita, tão clássica quanto atual.

Nos meios literários, é o mais aclamado poeta brasileiro. Foi considerado o maior ou um dos maiores poetas do Brasil. Em 1986, o poeta Carlos Drummond de Andrade declarou que Manoel de Barros era o maior poeta brasileiro vivo. Antonio Houaiss, um dos mais importantes filólogos e críticos brasileiros escreveu: “A poesia de Manoel de Barros é de uma enorme racionalidade. Suas visões, oníricas num primeiro instante, logo se revelam muito reais, sem fugir a um substrato ético muito profundo. Tenho por sua obra a mais alta admiração e muito amor”.  Dono de uma criatividade incomparável e um domínio invulgar sobre as palavras, Manoel de Barros foi um gênio da nossa arte poética.


Afinal, quem somos nós, os brasileiros?

???

 

À primeira vista, a resposta para essa pergunta é fácil: somos o produto da miscigenação entre os colonizadores portugueses, os índios que aqui viviam e os africanos trazidos como mão de obra escrava, além dos imigrantes que chegaram entre os séculos 19 e 20 – como alemães, italianos, japoneses. Até aí, tudo bem. Somos, enfim, um povo mestiço genética e culturamente que, apesar da diversidade, compartilha certos traços em comum.
A questão, porém, fica um pouco mais complicada quando se trata de buscar a essência do que se convencionou chamar de caráter nacional, aqueles traços que explicam uma série de comportamentos que costumamos encarar com naturalidade mas que, quase sempre, causam surpresa entre os estrangeiros.




Eulália Costa

Fábio Ferraz

Vinícius de Moraes

Ismar Becker

Rozelene Furtado

Helena Maria

Neri Bocchese

Ariano Suassuna

André Luiz Pinheiro

Iza
Engel

Francisco Nascimento

Castro Alvaes
Se você é autor e já participou das seletivas da CBJE, digite seu nome (sem acentos)
e clique em "Procurar" para ver o seu histórico na CBJE:


Câmara Brasileira de Jovens Escritores
Litteraria Academiae Lima Barreto

Rua Náutica 47/201 - Rio de Janeiro - RJ - CEP 21910-350
Tel: (21) 3393-2163
Presidente: Gláucia Helena
Editor Geral: Georges Luiz - Editora Executiva: Fernanda Redon
Supervisão Editorial: L.C. Martins
Editores Setoriais: Vania Neves -Leo Martins - Arthur Henrique dos Santos
Paula Miranda -Leonardo Ach - Rodrigo Tedesco
- Bruna Gala

CBJE - Há 32 anos divulgando Grandes Autores Brasileiros