A CBJE pode abrir as portas do fantástico mundo da Literatura para você. Todos os meses, 2 ou 3 antologias com obras de Novos e Consagrados Autores da Literatura Brasileira. Leia nossos regulamentos e participe!



Abraão
Sampaio

Rozelene Furtado

Ariano
Suassuna

Helena M. Ferreira

Isabel
Vargas

Raquel de Queiroz

Romilton
de Oliveira

Roberto Deitos
Claudia Fontenele

Nelson Rodrigues

Alberto
Montes

Vinicius
de Moraes

Elizabeth Bodanese

Neusa
Bridon

Jorge Amado

Rosemary Gobbo

Lúcia
Barbetta

Machado
de Assis

Francisco
Nascimento

Manoel
de Barros

Lima
Barreto

Lourdes de Oliveira

Ismar
Baecker

Mario
Quintana

Seletivas de Junho
Clique nas capinhas para ver quem já foi selecionado!!!!


Antologia de Poetas Brasileiros
Volume 175
Os mais belos Poemas de Amor Edição 2019
Os mais belos
Contos de Amor Edição 2019

As listas com os autores já selecionados para as seletivas são atualizadas diariamente, a partir do 6º dia do início das Seletivas. Mantenha-se informado, consultando periodicamente essas listas, clicando sobre a capinha correspondente. Participe!!!
Os autores selecionados para publicação pela CBJE recebem, juntamente com seus livros, o Certificado e a Medalha de Mérito Literário da Litteraria Academiae Lima Barreto.

Seletivas de Maio
Clique nas capinhas para ver quem foi selecionado!

Lia de Itamaracá
A estrela das cirandas

Antologia de Poetas Brasileiros
Volume 174
5º Anuário da Nova Poesia Brasileira Edição 2019
Vox populi, vox Dei Contos
Edição 2019

Lia de Itamaracá, cantora de cirandas, sempre foi presença de intenso brilho no universo da cultura popular, e neste mês de Junho, é a homenageada na capa do volume 175 da nossa Antologia de Poetas Brasileiros.
Bela negra com 1,80 metro de altura, Lia é a fonte de um refrão famoso, recolhido pela compositora Teca Calazans nos anos 60:
"Oh cirandeiro, cirandeiro
A pedra do teu anel brilha mais do que o sol".
A estes versos Teca incorporou uma toada informativa, que também teve grande sucesso:
"Esta ciranda quem me deu foi Lia
Que mora na ilha de Itamaracá
".


As Antologias on line da CBJE tem sido uma das ferramentas mais eficazes na divulgação das obras dos novos autores brasileiros, com milhares de leituras/mês. Clique nos ícones "LER" para ver algumas das obras mais lidas nos últimos dias. Ou clique em qualquer capinha dos livros anunciados neste site para ler todas as obras publicadas. São milhares disponíveis on line.

Maria Rita de Miranda - São Sebastião do Paraíso / MG
Poema: Empurra-empurra

Neusa Bridon dos Santos Garcia - Gaspar / SC
Poema: Depois é tarde...

Paulo Vasconcellos - Capanema / PA
Poema: Magnânima singeleza

Priscila de Albuquerque Lima - Rio de Janeiro / RJ
Poema: Não agora

Romilton Batista de Oliveira- Itabuna /BA
Poema:Poética da libertação

Lourdes de Oliveira Silva - Capanema / PA
Poema: ANA

Regina Maria Maximo - Rio de Janeiro / RJ
Poema: Amor puro

Denise Pinheiro Mourão - Belém / PA
Poema: A mulher que virava porco

Lucas Pedroso Pereira da Costa - Gaspar / SC
Poema: Pétalas ao ar

André Luiz de Oliveira Pinheiro - Rio de Janeiro / RJ
Poema: Manifestos

Veja outros mais lidos no momento

 

Ismar Carpenter Becker
Rio de Janeiro / RJ

 

Liberdade

 

Na escuridão de um tumbeiro
O choro de lamento
O banzo invade a alma
Para trás a saudade das terras ancestrais
O fim da liberdade
Acorrentado depois em outro porão "a senzala"
Mergulhado no mar verde de um canavial
A depressão aflora
As marcas corporais aparecem
O sonho da liberdade é adiado por séculos
O mundo enriquece à custa da mão de obra tolhida
E assim passam-se os anos numa luta inglória
Até que a liberdade volte a reinar.

 

Poema publicado na Antologia de Poetas
Brasileiros - vol. 17
4


Se você é autor e já participou das seletivas da CBJE, digite seu nome (sem acentos)
e clique em "Procurar" para ver o seu histórico na CBJE:

Cora Coralina
Uma vida passada a limpo

Rita Gimenes

"O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes".

 
Afonso Henriques de
Lima Barreto

Lima Barreto queria que a sua literatura fosse militante e que o escritor tivesse uma função social.
 

Seca, Cordel e Folclore

Thelma Linhares

Como influência nas produções literárias, a temática da seca é um dos fenômenos naturais que mais aparece nos textos de autores, de ontem e de hoje.


Afinal, quem somos nós,
os brasileiros?

À primeira vista, a resposta para essa pergunta é fácil: somos o produto da miscigenação entre os colonizadores portugueses, os índios que aqui viviam e os africanos trazidos como mão de obra escrava, além dos imigrantes que chegaram entre os séculos 19 e 20 – como alemães, italianos, japoneses. Até aí, tudo bem. Somos, enfim, um povo mestiço genética e culturamente que, apesar da diversidade, compartilha certos traços em comum.
A questão, porém, fica um pouco mais complicada quando se trata de buscar a essência do que se convencionou chamar de caráter nacional, aqueles traços que explicam uma série de comportamentos que costumamos encarar com naturalidade mas que, quase sempre, causam surpresa entre os estrangeiros.

Maria Firmina dos Reis

A primeira romancista brasileira.

Maria Firmina dos Reis participou intensamente da vida intelectual maranhense: colaborou na imprensa local, publicou livros, participou de antologias, e, além disso, também foi música e compositora. A autora era abolicionista: ao ser admitida no magistério, aos 22 anos de idade, sua mãe queria que fosse de palanquim receber a nomeação, mas a autora optou por ir a pé, dizendo a sua mãe: "Negro não é animal para se andar montado nele." Chegou também a escrever um "Hino da Abolição dos Escravos".


Plínio Marcos: "O bendito maldito"

Seus escritos se notabilizaram pela ousadia linguística. Ele conseguia combinar a gíria dos malandros com um texto rigorosamente literário.
Plínio Marcos foi traduzido, publicado e encenado em francês, espanhol, inglês e alemão; estudado em teses de sociolinguística, semiologia, psicologia da religião, dramaturgia e filosofia, em universidades do Brasil e do exterior. Recebeu os principais prêmios nacionais em todas as atividades que abraçou em teatro, cinema, televisão e literatura, como ator, diretor, escritor e dramaturgo.




 

Manoel de Barros

Nos meios literários, é o mais aclamado poeta brasileiro. Foi considerado o maior ou um dos maiores poetas do Brasil. Em 1986, o poeta Carlos Drummond de Andrade declarou que Manoel de Barros era o maior poeta brasileiro vivo. Antonio Houaiss, um dos mais importantes filólogos e críticos brasileiros escreveu: “A poesia de Manoel de Barros é de uma enorme racionalidade. Dono de uma criatividade incomparável e um domínio invulgar sobre as palavras, Manoel de Barros
foi um gênio da nossa arte poética.

 


Érico
Veríssimo

Thelma Linhares

Samuel Alencar

Claudio Gonçalves

Guimarães Rosa

André Luiz Pinheiro

Marina
Moreno

Iza
Engel

Fábio
Ferraz

Cecília Meirelles

Gilberto
Amado

Castro
Alves

José Faria Nunes

Roselena
Ruivo

Adélia
Prado

Carlos
Drummond

Manuel
Bandeira
Jaídson Gonçalves

João
Cabral

Teresa
Cristina

Francisco
M. Silva

Olavo
Bilac


Câmara Brasileira de
Jovens Escritores

  Câmara Brasileira de Jovens Escritores
Litteraria Academiae Lima Barreto
Contador de visitas

Rua Náutica 47/201
Rio de Janeiro - RJ - CEP 21910-350 
Tel: (21) 3393-2163 
Presidente: Gláucia Helena 
Supervisão Editorial: L.C. Martins