A CBJE pode abrir as portas do fantástico mundo da Literatura para você. Todos os meses, 2 ou 3 antologias com obras de Novos e Consagrados Autores da Literatura Brasileira. Leia nossos regulamentos e participe!



Abraão
Sampaio

Rozelene Furtado

Ariano
Suassuna

Helena M. Ferreira

Isabel
Vargas

Raquel de Queiroz

Romilton
de Oliveira

Roberto Deitos
Ediloy Ferraro

Nelson Rodrigues

Alberto
Montes

Vinicius
de Moraes

Elizabeth Bodanese

Neusa
Bridon

Jorge Amado

Rosemary Gobbo

Lúcia
Barbetta

Machado
de Assis

Francisco
Nascimento

Manoel
de Barros

Lima
Barreto

Lourdes de Oliveira

Ismar
Baecker

Mario
Quintana

Seletivas de Agosto
Clique nas capinhas para ver quem já está selecionado!!!!


Antologia de Poetas Brasileiros
Volume 177

Poemas
Enluarados
Edição 2019


Casos da
Meia-noite
Edição 2019

As listas com os autores já selecionados para as seletivas são atualizadas diariamente, a partir do 6º dia do início das Seletivas. Mantenha-se informado, consultando periodicamente essas listas, clicando sobre a capinha correspondente. Participe!!!
Os autores selecionados para publicação pela CBJE recebem, juntamente com seus livros, o Certificado e a Medalha de Mérito Literário da Litteraria Academiae Lima Barreto.

Seletivas de Julho
Clique nas capinhas para ver quem foi selecionado!

Poemas enluarados...

Antologia de Poetas Brasileiros
Volume 176
Cantatas
pró Gaia
Edição 2019
Contos
Fantásticos
Edição 2019
A nossa edição especial neste mês de agosto homenageia os irmãos Marcos e Paulo Sérgio valle, autores de "Viola enluarada", gravada em 1967, considerada uma das mais belas canções da MPB, que faz parte da segunda fase da bossa-nova, independentemente de qualquer conotação política que possa sugerir. Quem não lembra?


"... Quem tem de noite a companheira
Sabe que a paz é passageira
Pra defendê la se levanta e grita:
Eu vou!
Mão, violão, canção, espada
E viola enluarada ... "


As Antologias on line da CBJE tem sido uma das ferramentas mais eficazes na divulgação das obras dos novos autores brasileiros, com milhares de leituras/mês. Clique nos ícones "LER" para ver algumas das obras mais lidas nos últimos dias. Ou clique em qualquer capinha dos livros anunciados neste site para ler todas as obras publicadas. São milhares disponíveis on line.

Isis Martins Giroldo - Quinta do Sol / PR
Poema: Labirinto em mim

Núbia Cavalcanti - Sanharó / PE
Poema: Meus dilemas

Ediloy A.C.Ferraro - SãoPaulo / SP
Conto: Juntos & Distantes

Alberto Magno Ribeiro Montes - Belo Horizonte / MG
Poema: Uma mulher qualquer

Marina Moreno Leite Gentile - São Paulo / SP
Conto: O limite

Roberto Antonio Deitos - Cascavel / PR
Poema: A razão de te amar

Neusa Bridon dos Santos Garcia - Gaspar / SC
Poema: Coração remendado

Isabel Cristina Silva Vargas - Pelotas / RS
Poema: O solo é sagrado

Neri França Fornari Bocchese - Pato Branco / PR
Poema: Ciranda, cirandinha

Abraão Leite Sampaio - Governador Valadares / MG
Poema: Jorge Amado

Hita Dutra - Barra da Estiva / BA
Poema: A vida começa aos cinquenta

Veja outros mais lidos no momento

 

Iracema Alvarenga
Curitiba / PR

 

A ciranda da vida

 

A vida surge, viva, viva
Sem criar expectativa.
Sem esperar resultados.
Buscar palavras, poetar.
Ser pescadora de palavras
No mundo da encantação.
Sonho, devaneio, emoção...
Não perco tempo...
Vou vivendo...
No mar da vida, sou timoneira
Do meu próprio barco.
Barco não sem rumo
Longe do cais,
Nem perto do caos.
Não mais à deriva...
Viver, viver e tentar ser feliz!.


 

Poema publicado no livro
"Cantata pró Gaia"
Edição Especial 2019


Se você é autor e já participou das seletivas da CBJE, digite seu nome (sem acentos)
e clique em "Procurar" para ver o seu histórico na CBJE:

Cora Coralina
Uma vida passada a limpo

Rita Gimenes

"O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes".

 
Afonso Henriques de
Lima Barreto

Lima Barreto queria que a sua literatura fosse militante e que o escritor tivesse uma função social.
 

Seca, Cordel e Folclore

Thelma Linhares

Como influência nas produções literárias, a temática da seca é um dos fenômenos naturais que mais aparece nos textos de autores, de ontem e de hoje.


Afinal, quem somos nós,
os brasileiros?

À primeira vista, a resposta para essa pergunta é fácil: somos o produto da miscigenação entre os colonizadores portugueses, os índios que aqui viviam e os africanos trazidos como mão de obra escrava, além dos imigrantes que chegaram entre os séculos 19 e 20 – como alemães, italianos, japoneses. Até aí, tudo bem. Somos, enfim, um povo mestiço genética e culturamente que, apesar da diversidade, compartilha certos traços em comum.
A questão, porém, fica um pouco mais complicada quando se trata de buscar a essência do que se convencionou chamar de caráter nacional, aqueles traços que explicam uma série de comportamentos que costumamos encarar com naturalidade mas que, quase sempre, causam surpresa entre os estrangeiros.

Maria Firmina dos Reis

A primeira romancista brasileira.

Maria Firmina dos Reis participou intensamente da vida intelectual maranhense: colaborou na imprensa local, publicou livros, participou de antologias, e, além disso, também foi música e compositora. A autora era abolicionista: ao ser admitida no magistério, aos 22 anos de idade, sua mãe queria que fosse de palanquim receber a nomeação, mas a autora optou por ir a pé, dizendo a sua mãe: "Negro não é animal para se andar montado nele." Chegou também a escrever um "Hino da Abolição dos Escravos".


Plínio Marcos: "O bendito maldito"

Seus escritos se notabilizaram pela ousadia linguística. Ele conseguia combinar a gíria dos malandros com um texto rigorosamente literário.
Plínio Marcos foi traduzido, publicado e encenado em francês, espanhol, inglês e alemão; estudado em teses de sociolinguística, semiologia, psicologia da religião, dramaturgia e filosofia, em universidades do Brasil e do exterior. Recebeu os principais prêmios nacionais em todas as atividades que abraçou em teatro, cinema, televisão e literatura, como ator, diretor, escritor e dramaturgo.




 

Manoel de Barros

Nos meios literários, é o mais aclamado poeta brasileiro. Foi considerado o maior ou um dos maiores poetas do Brasil. Em 1986, o poeta Carlos Drummond de Andrade declarou que Manoel de Barros era o maior poeta brasileiro vivo. Antonio Houaiss, um dos mais importantes filólogos e críticos brasileiros escreveu: “A poesia de Manoel de Barros é de uma enorme racionalidade. Dono de uma criatividade incomparável e um domínio invulgar sobre as palavras, Manoel de Barros
foi um gênio da nossa arte poética.

 


Érico
Veríssimo

Thelma Linhares

Núbia
Cavalcanti

Otaviano
Alencar

Guimarães Rosa

André Luiz Pinheiro

Marina
Moreno

Iza
Engel

Fábio
Ferraz

Cecília Meirelles

Gilberto
Amado

Castro
Alves

José Faria Nunes

Roselena
Ruivo

Adélia
Prado

Carlos
Drummond

Manuel
Bandeira
Jaídson Gonçalves

Maria Ioneida

Teresa
Cristina

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M. Silva

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